Fernando Pessoa

 

Não, não me acostumo com o que não me faz feliz,

Não deixo que meu coração se afogue nas esperanças,

Volto, se acho que preciso voltar,

Começo novamente se estiver tudo errado,

E nem perco o tempo em matar as saudades,

nem perco o tempo em procurar um amor perdido.

Eu só… eu só teço um casulo de “desvontade”,

Para depois quebrar o casulo, quebrar a desvontade,

Convertido em borboleta,

Para voar e revoltar-me quando julgar necessário,

Para alagar meu coração de esperanças,

Para seguir quando perceber no ar que preciso seguir,

Para saber que está tudo certo e continuar,

E converter as saudades em vontade,

Porque com as asas cheias de amor,

O amor nunca será perdido.

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1 comentario (+add yours?)

  1. Surf_girl
    Oct 20, 2015 @ 05:34:54

    Riqueza da mente e coração!
    Na madrugada renascedora
    Deitada no leito, o perfume
    De um sopro romântico intensifica-se
    Pela chave d’ouro que sela o dia
    Um sorriso e calor no peito
    Transbordam na menina
    De vultosas íris e pupilas.

    Responder

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